sexta-feira, 27 de novembro de 2015


Maçonaria e Alquimia… Artes Reais…







Maçonaria e Alquimia apesar de serem áreas e conceitos distintos têm um paralelismo relevante que não pode ser negligenciado.

Ambas, na sua definição de conceito simbólico são reconhecidas como aArte Real, “Ars Regia”, e ambas procuram a perfeição.

Na Alquimia, o iniciado Alquimista procura através da execução da Grande Obra, por meio de vários processos laboratoriais (nomeadamente a dissolução, a coagulação, a cocção, a sublimação e a projeção entre outros…) atingir o “Ouro dos Filósofos”, como também é amplamente conhecida a desejada Pedra Filosofal, a Perfeição.

Já na Maçonaria, o Maçom tenta através do desbaste e burilagem da sua “pedra bruta” (sua essência) torná-la próxima à “pedra cúbica”, pedra essa já polida (estádio final do trabalho maçónico).
E, enquanto ao maçom (neófito ainda) se lhe pediu que visitasse o interior da terra (meditasse e refletisse para si e sobre si mesmo) para que pudesse encontrar a pedra oculta que se encontra no seu íntimo (o seu Eu), o alquimista durante o seu processo de aperfeiçoamento (suas operações) também ele se depara com este vitriol durante o desenrolar da Grande Obra, mais concretamente na fase do nigredo. É nesta fase do processo alquímico que se dá o solve et coagula, (axioma alquímico bastante conhecido), pois é durante esta fase que se efetua a dissolução da matéria-prima (“libertação”)e a sua putrefação (“separação” dos elementos que a compõem). O nigredo é uma das fases que integram a Grande Obra,processo esse que é considerado por vários autores como formado por três partes (existem outras teorias em que o número de fases são quatro ou mais, dependendo o número de operações, via escolhida e matérias-primas usadas), partes essas a saber: Nigredo, Albedo e Rubedo.

Encontramos aqui uma das várias referências ao Ternário (outras poderão ser encontradas no paralelismo com outros ternários que se encontram em ambas, Maçonaria e Alquimia, tal como: matéria/corpo, mente e espírito, entre outros…).

Ternário esse de extrema relevância para os maçons, pois para eles é através do Ternário (número 3) que a Dualidade/Binário (número 2) retorna à Unidade (número 1).

Todavia na Alquimia, este “regresso à unidade” manifesta-se após as núpcias alquímicas entre o Rei e a Rainha (Mercúrio e Enxofre Filosofais; matérias-primas estas, que não têm nenhuma relação com os elementos naturais e químicos, o metal Mercúrio (Hg) e o Não-metal Enxofre(S)) que originam o Hermafrodita/Rébis (Sal que nada tem a haver com o “sal comum” ou o sal resultante de uma reação química Ácido/Base), conhecido como o “dois em um”.

À semelhança do Adepto, também o Maçom necessita de um espaço onde possa trabalhar a sua pedra até a mesma atingir a forma desejada. Enquanto o Adepto necessita de um laboratório (labora et ora) físico e instrumentos e aparelhos para o auxiliar nos seus trabalhos, o Maçom apenas necessita do seu corpo (matéria) e mente (vontade) para trabalhar (o seu espírito). E persistindo nesse trabalho é se possível transformar a “pedra bruta” em “pedra polida”. Note-se aqui o termo “transformar”.

A Maçonaria transforma algo existente em algo diferente, mas a matéria final é a mesma matéria original. E a Alquimia transmuta, ou seja, cria algo novo/diferente apartir de matérias/origens diferentes.

Ou seja, enquanto o Maçom será sempre o mesmo Homem apenas com as mudanças no comportamento/carácter associadas ao seu “aperfeiçoamento moral” (porque a Maçonaria apenas (!) trata de aperfeiçoamentos morais e é considerada uma via/caminho pessoal efetuado através da Virtude e também a prossecução de outros princípios morais na vida do maçom), a sua essência será sempre a mesma. Na Alquimia, o Adepto pega em metais menos nobres, e tenta transformá-los em ouro/prata. Ou seja, parte de algo diferente e que modifica a sua substancia. Neste caso, utiliza materiais filosofais e/ou físicos e procura atingir a Perfeição (estado superior de espírito) que tanto pode ser designado por Elixir da Imortalidade (tenho para mim, que ele apenas é a lembrança da palavra e da ação do Homem através dos tempos…) ou por Pedra Filosofal (na minha opinião, o Conhecimento/Sabedoria; pois nada traz mais riqueza ao Homem que o saber…). E essa dita Perfeição, será mais depressa obtida (ou não…) dependendo do empenho do Adepto/Maçom durante esse trabalho que terá a fazer (só o próprio e mais ninguém!).

Se a Pedra ficará cúbica ou se a Obra se completará, somente os intervenientes o saberão. Quanto a mim, apenas me resta continuar a burilar a minha pedra “tosca” e “feia”, pois ainda se encontra muito longe da forma que ambiciono para ela…


fonte: blog Pedra de Buril




segunda-feira, 25 de maio de 2015

O FOGO DO ESPIRITO SANTO  

5 - Mantra SHEKINAH ESH (Checáina Ech) (O Fogo do Espírito Santo (Divina Presença)) O Fogo é uma força Espírito-Luz que permite a expansão, troca ou fluxo contínuo de várias realidades com a realidade original. O Fogo se manifesta do Reino do Pai unificando o trabalho dos 7º, 8º e 9º chakras.  
Seu papel central no nosso Mundo é superar a limitação do corpo tridimensional. As línguas de Fogo e todos os tipos de poder parafísico são transferidos através desta força para permitir que sejamos - como Cristo - uma luz no mundo da escuridão. 
 Visualizemos uma Pomba circundada por um Fogo Flamejante e nós usaremos as Línguas de Luz que aparecem sobre nossa cabeça para falar a Sabedoria de Deus. Aqui nós começaremos a reconhecer a "paz que atravessa todo o entendimento", quando nós experimentarmos o testemunho interior entre o espírito dentro de nós e o Espírito "em fogo".  
Ele presta testemunho que nós somos os verdadeiros Filhos e Filhas de Luz através da extensão do Corpo Espírito Luminoso, o qual é vertido em nossa vestimenta de carne. Agora nós podemos testemunhar formas-pensamento ígneas descerem dos Reinos do Ofício de Shekinah para iniciar uma mudança quântica na Terra. 
Os Setenta e dois nomes sagrados das milhares expressões da vida de Deus Autor: Gildásio Starling O mantra produz uma "forma-pensamento" e um "poder sonoro" que conduzem a uma "forma-semente". 
 Esta "forma-semente" representa a natureza das energias básicas das forças da vida. O mantra representa um conjunto de padrões de som e de formas-pensamento capaz de codificar a consciência na consciência de luz. 
São setenta e dois nomes divinos de um Deus vivente e revelador conforme J. J. Hurtak em seu livro "The Sevent--two Sacred Names of the myriad expressions of the Living God". 
Podem ser usados: - para iniciar um forte elo de ligação com o Pai Divino. - para o avanço da Alma, em orações e meditações pessoais para abrir os véus e portões. - de modo que exista uma rede ativada, através da qual a luz pode operar
 - para curar e ajudar outros irmãos através de orações. - para a paz planetária em tempo de crise. - para a proteção da nossa vestimenta física ou espiritual à medida que eles ajudam a criar uma parede de luz para fortalecimento e concentração. 
" 1 Mantra KODOISH, KODOISH, KODOISH ADONAI TSEBAYOTH (Kodóich, Kodóich, Kodóich Adonói Tsabeyót) (Santo, Santo, Santo é o Senhor , Soberano do Universo) O mantra Kodoish, Kodoish, Kodoish Adonai Tsebayoth
une todos os biorritmos do corpo (personalidade encarnada) com os ritmos espirituais do corpo do Eu Superior (Ajustador de Pensamento), de modo que todos os sistemas circulatórios operem como um batimento do coração cósmico. 
 O mantra Kodoish, Kodoish, Kodoish Adonai Tsebayoth deve ser feito para discernir entre as forças celestiais espirituais e as "negativas". A saudação ativa um padrão de ressonância com o Trono do Pai que as "forças negativas" não conseguem suportar quando cumprimentadas com esta saudação. 
 Esta saudação é tão forte que as "forças negativas" não conseguem permanecer nem por um lapso de tempo na presença de sua vibração. O mantra Kodoish, Kodoish, Kodoish Adonai Tsebayoth cria distorções temporais-mentais-espirituais dentro de nosso corpo, que nos permitem crescer de um pequeno microcosmo ao nível próximo da Divindade. 
 O mantra Kodoish, Kodoish, Kodoish Adonai Tsebayoth é a chave da transformação e a vibração central coordenando todas as vibrações com o veículo espiritual do Homem. 
2 Mantra LAYOOESH SHEKINAH (Leyoéch Checáina) (A Coluna de Luz da Presença Divina) O mantra Layooesh Shekinah é um pilar de luz protetor e a luz guia do espírito. Emana do ofício de Shekinah e dos conselhos de luz. .  
Quando oramos pela luz da sabedoria, através do pilar de luz, todas as coisas que têm trabalhado contra a vestimenta do Espírito do reino da escuridão são superadas. 
 O mantra Layooesh Shekinah dissolve todas aquelas coisas que têm trabalhado contra a linguagem do Espírito Santo e contra os 72 Nomes do Pai. 
 O mantra Layooesh Shekinah age como um código que energiza os outros Pilares sustentadores da Árvore da Vida. O mantra Layooesh Shekinah energiza o poder de ascensão e descida da Divina Presença como o veículo usado para a intervenção e libertação Divina, quando ancorado como uma escada de luz com os Santos da Terra.
  O mantra Layooesh Shekinah é a ativação dos Portais de Luz e o código para o Êxodo superior - entre os mundos.


 O texto está na integra no blog abaixo:
  http://dharmadhannyael.blogspot.com.br/2014/01/o-fogo-do-espirito-santo-divina-presenca.html    
Texto de:
Dr. J.J. Hurtak 
Artigo no portal Shtaeer
Keys of Enoch*Chaves de Enoch

quarta-feira, 29 de abril de 2015